Governo da Bahia
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Antonio Larangeira

Coluna do dia 16/06/2016

16/06/2016 - 00:05

José Raimundo desistiu

 O professor José Raimundo Azevedo, que já foi prefeito de Feira de Santana em algumas oportunidades, graças a impedimentos de alcaides no passado,  declarando a profissionais da mídia, de que não é mais candidato  a sucessão municipal . A alegação é de que  a  campanha muito cara.

Teatro junino

Brincadeiras e pratos típicos juninos vão esquentar o seu domingo na última apresentação do espetáculo “O Pássaro gigante e a flecha encantada”. O “O Pássaro Gigante e a Flecha Encantada”, espetáculo convidado do mês de junho do Domingo Tem Teatro se despede do público feirense no próximo domingo,19, às 10h30, no Teatro do Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA. O musical infantil “O Pássaro Gigante e a Flecha Encantada”, do Grupo Miudim Teatro de Bolso de Salvador tem direção de João Lima e conta a história de um rei que se vê em apuros por causa do surgimento de um imenso pássaro que pousa sobre seu palácio e do valente guerreiro que salva o reino ao vencer o pássaro gigante utilizando uma única flecha.

Em Brasília

O prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho, esteve em Brasilia pela primeira na terça feira depois da posse de Michel Temer como presidente interino da Republica. Já retornou.

Denunciados pelo MP

Dois agentes públicos e um empresário de Feira de Santana foram denunciados pelo Ministério Público estadual à Justiça por dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei. A denúncia, apresentada pelo promotor de Justiça Tiago de Almeida Quadros, refere-se à compra de semáforos, no ano de 2011, por R$ 3.990.796,88, e tem como réus Flailton Frankles Rosa de Oliveira , Carlos Alberto Ribeiro Azevedo Maia e Maria Helena Borges Cordeiro.No documento, o promotor de Justiça relata que Flaiton Frankles, então diretor superintendente da Superintendência de Trânsito de Feira de Santana, com parecer favorável da então procuradora do Município, Maria Helena, fechou um contrato com a empresa Tráfit Indústria e Comércio, representada por Carlos Alberto, para a compra sem licitação de semáforos. Tiago Quadros destaca ainda que, um ano antes, em 2010, a mesma empresa teria “cedido”, em esquema de comodato, os equipamentos semafóricos, “sem qualquer ônus para o Município”. Na época, Flailton Frankles era secretário municipal de Transporte e Trânsito e a legalidade do contrato foi analisada pela também denunciada Maria Helena. De acordo com o promotor, “a generosidade”, do contrato de comodato sem custos, “teve o propósito de estabelecer um ambiente favorável à posterior aquisição ilegal desses mesmos equipamentos”. (MPBA) – Site Bahianapolitica.

Esta coluna é publicada no site da Tribuna da Bahia, Jornal Grande Bahia e Noticias da Bahia, diariamente e é de propriedade da Editora Feira da Bahia Ltda.

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